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Você pode ver um mundo melhor. Cirurgias oftalmológicas, exames e aplicações.

DICAS PARA SUA SAÚDE OCULAR

CUIDADOS BÁSICOS COM A SUA VISÃO
1. Faça exames oftalmológicos periódicos, mesmo sem sintomas.
• Crianças por volta de 4 anos de idade
• Adultos, jovens e após 40 anos, no máximo 2 anos.
  Muitas doenças são silenciosas no início
 2. Conheça o histórico de saúde ocular da sua família,
isso ajudará a prevenir doenças hereditárias..

 3. Evite coçar os olhos
Coçar pode causar irritações, infecções e até lesões na córnea.
 4. Higiene é essencial
Lave bem as mãos antes de tocar nos olhos ou colocar lentes de contato.
5. Pare de fumar ou jamais comece:
O fumo também está associado a doenças nos olhos.

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USO DE TELAS (CELULAR, COMPUTADOR E TV)
 6. Regra 20-20-20
A cada 20 minutos, olhe para algo a no mínimo 6 metros por 20 segundos. Isso reduz o cansaço visual.
 7. Pisque mais vezes
Ao usar telas, piscamos menos — isso causa ressecamento.
 8. Ajuste brilho e distância
Mantenha a tela na altura dos olhos e a uma distância confortável (50–70 cm no computador).
 PROTEÇÃO CONTRA O SOL
9. Use óculos de sol com proteção UV
Evita danos causados pelos raios solares e reduz o risco de doenças oculares. 

A Importância da consulta

A tecnologia tomou conta da sociedade, difícil é ver alguém que não tenha um equipamento a sua disposição. Isso tudo exige do usuário uma boa visão, de forma geral sempre foi um dos sentidos mais valorizados, mas atualmente tem sido mais exigido.
Ficar cego é apontado pelas pessoas como um dos maiores medos. Se outrora a cegueira era uma fatalidade, hoje, na maioria dos casos, ela pode ser evitada graças aos avanços científicos e tecnológicos da Oftalmologia – a especialidade médica que se dedica aos cuidados com a visão.
Conheça um pouco mais sobre sua visão e sobre a importância de manter seus olhos sob os cuidados de um médico, que dedicou pelo menos nove anos de sua formação – entre os seis anos da faculdade de Medicina e os três da especialização – para cuidar dos seus olhos: seu Oftalmologista.

Conhecendo o olho humano

Nossos olhos são formados por estruturas bem pequenas e delicadas. Na parte anterior, temos a córnea, que é um tecido transparente que recobre a porção colorida dos olhos, a chamada íris.
Já a pupila é o orifício da íris (conhecida como “menina dos olhos”). O cristalino é uma lente natural que possuímos dentro dos nossos olhos, situado atrás da íris.
Banhando estas estruturas, há um líquido denominado humor aquoso.
A porção posterior do olho é constituída basicamente pela retina, que é um tecido que abriga as células responsáveis pela visão e o nervo óptico, que conduz as informações visuais para serem interpretadas no cérebro.
Esta porção posterior é preenchida por outro líquido, gelatinoso, chamado humor vítreo.
O tecido branco que envolve todo o globo ocular é chamado de esclera.

Colírios

O colírio é um medicamento de uso tópico (para ser aplicado, e não para ser ingerido) especialmente desenvolvido para os olhos e pálpebras.
Os principais tipos de colírios são: antibióticos, anti-inflamatório hormonal (com corticoide) e não hormonal (sem corticoide), antialérgico, vasoconstritor, lubrificante, antiglaucomatoso (para tratamento de glaucoma) e os anestésicos.
Como acontece com outros medicamentos, que têm diferentes finalidades e ações sobre nosso organismo, o colírio é um medicamento com uso bastante específico. Por isso a crença de que o colírio que serve para uma pessoa serva para outra é muito perigosa, ou ainda que usar colírio sem indicação do médico não traz nenhum problema aos olhos.

Atenção!
Colírios usados para clarear os olhos podem apresentar como efeito colateral o aumento da vermelhidão dos olhos após seu efeito, o que pode causar dependência do produto para manter os olhos menos vermelhos;
Colírios com corticoides não devem ser usados sem prescrição médica, e limitando-se ao uso recomendado pelo oftalmologista, pois podem provocar o surgimento de doenças oculares como catarata e glaucoma;
Colírios antibióticos, usados por tempo prolongado, aumentam a predisposição de infecções de difícil tratamento;
Se o colírio que você está usando não produz alívio dos sintomas apresentados, entre em contato com seu oftalmologista.

Cuidados antes da aplicação:
Lave bem as mãos. Com isso você evita a contaminação dos olhos e do frasco de colírio;
Confira a embalagem: o medicamento que você pegou é realmente o colírio receitado? Muitas vezes as embalagens são iguais, mas os medicamentos têm ações muito diferentes;
Confira a validade do colírio: qualquer medicamento fora do prazo de validade pode trazer danos à saúde;
Agite bem, alguns medicamentos estão em suspensão e precisam ser sacudidos para garantir a dosagem correta.
Como aplicar:
Puxe delicadamente a pálpebra inferior para baixo com o dedo indicador.
Erga um pouco a cabeça, olhando para cima;
Pingue uma gota cheia do colírio na bolsa formada ao puxar a pálpebra inferior para baixo;
Não encoste o bico do conta-gotas nos cílios, nas pálpebras ou nos olhos, para evitar que o frasco fique contaminado com bactérias;
Depois de cada gota instilada, pressione por cerca de um minuto o canto interno do olho (próximo ao osso do nariz), ou feche os olhos suavemente por 2 minutos. Com isso, você evita que o colírio escorra e aumenta o seu efeito;
Antes de abrir seus olhos, seque com um lenço lágrimas e gotas não absorvidas;
Retire as lentes de contato antes de usar colírio que não seja indicado para uso específico com elas, e só as coloque novamente depois de 15 minutos da instilação do colírio. Se o tratamento for com pomadas não use lentes.

Dicas importantes:
Para evitar contaminação, o mesmo frasco de colírio não deve ser usado por mais de uma pessoa;
Se seu oftalmologista prescrever dois ou mais colírios diferentes, dê um intervalo de 15 minutos entre eles para que cada um possa fazer seu efeito;
Siga as instruções da bula para armazenamento do colírio. Alguns precisam ser guardados em geladeira, mas a maioria só requer local fresco, seco e protegido da luz;
Alguns colírios podem ser muito perigosos, se usados sem receita médica. Não siga sugestões de vizinhos, parentes ou vendedores;
Colírios, como outros medicamentos, podem causar efeitos colaterais, como alucinações, crises de bronco espasmo (falta de ar), alteração de batimentos cardíacos, tontura, desmaios e alergias. Na presença de qualquer um desses sintomas, entre em contato com seu oftalmologista.